Áreas de Atuação
Conhecimento aplicado para fortalecer instituições
O IGA organiza sua atuação em torno de áreas que refletem os grandes desafios institucionais do século XXI, reunindo pesquisa aplicada, formação executiva, publicações, seminários e cooperação internacional.
As áreas de atuação do IGA não são compartimentos isolados. Elas se conectam em uma agenda comum: compreender como instituições públicas e privadas podem tomar decisões responsáveis em contextos de complexidade, risco, transformação tecnológica, pressão climática e reorganização da autoridade pública. O Instituto trabalha a partir de uma interdisciplinaridade viva: um diálogo real entre juristas, tecnólogos, gestores, reguladores, pesquisadores, empresas, instituições públicas e especialistas setoriais.
Governança e Instituições
Dedica-se ao estudo das estruturas, processos e práticas que orientam a tomada de decisão em organizações públicas, privadas e transnacionais. O foco está na compreensão dos mecanismos de coordenação, responsabilidade, transparência, legitimidade e controle que permitem às instituições atuar de forma consistente em sociedades complexas.
- governança pública e privada;
- arquitetura institucional e processos decisórios;
- responsabilidade institucional;
- coordenação entre atores públicos e privados;
- risco, confiança e legitimidade;
- desenho institucional e mecanismos de controle.
Direito Público e Constitucionalismo
Examina as transformações contemporâneas do Estado, da autoridade pública, da separação de poderes, da jurisdição e dos modelos constitucionais. O direito público contemporâneo enfrenta desafios que ultrapassam as categorias clássicas do Estado nacional — globalização, digitalização, plataformas privadas, interdependência regulatória, crise climática e riscos transnacionais.
- Estado, soberania e autoridade pública;
- separação de poderes e jurisdição;
- constitucionalismo comparado;
- ativismo judicial e integridade institucional;
- direito público global;
- transplantes jurídicos e circulação de modelos institucionais.
Regulação Digital
Dedica-se à governança das tecnologias digitais, das plataformas, da inteligência artificial, dos algoritmos, dos dados e das novas formas de autoridade exercidas por infraestruturas privadas. Parte de uma premissa metodológica central: para regular tecnologia, o Direito precisa compreender a operacionalidade real dos sistemas tecnológicos.
- inteligência artificial e governança algorítmica;
- plataformas digitais e autoridade privada;
- moderação de conteúdo e regulação de Big Techs;
- Digital Services Act e modelos comparados;
- risco sistêmico em ambientes digitais;
- dados, transparência e supervisão;
- deveres de cuidado, due diligence e responsabilidade em sistemas digitais.
Sustentabilidade e Clima
Trata dos desafios jurídicos, institucionais e regulatórios associados à crise climática, à transição sustentável e à responsabilidade de organizações públicas e privadas diante de riscos ambientais. O IGA aborda a sustentabilidade como tema de governança aplicada, integrando direito, economia, regulação, ciência, gestão e decisão institucional.
- risco climático e transição sustentável;
- ESG e governança;
- responsabilidade institucional;
- regulação ambiental e climática;
- deveres de cuidado e diligência;
- financiamento sustentável;
- governança de riscos ambientais em instituições públicas e privadas.
Governança Corporativa
Examina as estruturas de decisão, controle, responsabilidade e integridade no âmbito empresarial, com atenção especial aos riscos regulatórios, reputacionais, patrimoniais e institucionais. O IGA entende a governança corporativa como prática estratégica de organização da responsabilidade.
- governança corporativa;
- compliance e integridade;
- risco regulatório e responsabilidade de administradores;
- governança de empresas familiares;
- wealth governance;
- trusts, estate planning e estruturas patrimoniais internacionais;
- tomada de decisão em ambientes regulados.
Cooperação Internacional
Desenvolve pontes entre instituições brasileiras e redes acadêmicas, profissionais e regulatórias no exterior. A cooperação internacional é compreendida como instrumento de qualificação institucional: permite comparar modelos, identificar boas práticas, ampliar repertórios regulatórios e construir respostas mais sofisticadas para problemas compartilhados.
- cooperação acadêmica internacional;
- parcerias institucionais e projetos Brasil–Europa;
- direito comparado e governança transnacional;
- circulação de ideias jurídicas e institucionais;
- seminários e programas internacionais.
As áreas convergem em torno de uma agenda comum: compreender e fortalecer instituições em tempos de transformação. Direito, tecnologia, clima e instituições são analisados de forma integrada porque os grandes desafios contemporâneos raramente pertencem a um único campo.